Ementas


Disciplinas do Núcleo Básico

Título da disciplina (1): Ambientação em Educação a Distância Carga horária
(horas)
20
Ementa

Ambiente virtual de aprendizagem; Políticas de uso; Link para arquivos; criação de pastas; criação de páginas; navegação na plataforma Moodle; Papéis; Configurações básicas de cursos; Recursos Usuários e Participantes; Noções sobre atividades avaliativas e não avaliativas; Atividades assíncronas; utilização de fóruns de discussão; Tarefas de envio de arquivos; Tarefas online; Tarefas off-line; Banco de questões e questionários; Notas; Organização do Tempo na EAD;

Bibliografia
  1. MANSANO NETO, J. A ocupação de espaços digitais para divulgação de tema transversal em ambiente virtual de aprendizagem na UTFPR: uma abordagem complexa. (Tese de Doutorado) Curitiba: UTFPR. Disponível em: <http://www.damec.ct.utfpr.edu.br/mansano/dr/JoaoMansano.pdf>. Acesso em: 27 mar. 2017.
  2. PULINO FILHO, A. R. Moodle: Um sistema de gerenciamento de cursos. Brasília: UnB. s/d. Disponível em: <https://www4.tce.sp.gov.br/epcp/sites/default/files/manual-completo-moodle_0.pdf> Acesso em: 27 mar 2017.
  3. SANTOS, H.; FIGUEIRA, Á.; FIGUEIRA, C. Moodle: criação e gestão de cursos online. São Paulo: FCA, 2015.
  4. SILVA, R. S. Moodle 3 para gestores, autores e tutores. São Paulo: Novatec, 2016.
  5. SCHERER, Suely. Comunidades Virtuais de Aprendizagem: habitantes, visitantes e transeuntes. Santos: 14              CIAED, 2008. Disponível em <http://www.abed.org.br/congresso2008/tc/511200835743PM.pdf>. Acesso em             20 mar 2018.

Título da disciplina (2): Fundamentos de Inovação e Tecnologia na Educação Carga horária
(horas)
30
Ementa

Inovação em Educação. Tecnologias aplicadas à Educação. Inovações pedagógicas ancoradas em tecnologias. Alfabetização midiática e informacional. A geração Z em sala de aula. A formação profissional docente para o uso de tecnologias. Educomunicação e educação midiática.

Bibliografia
  1. GARUTTI, S.; FERREIRA, V. L. Uso das tecnologias de informação e comunicação na educação. In: Revista Cesumar Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, v.20, n.2, p. 355-372, jul./dez. 2015. (Disponível em http://periodicos.unicesumar.edu.br/index.php/revcesumar/article/view/3973/2712. Acesso em 12 ABR 2017.)
  2. ROCHA, K. M.; OLIVEIRA, A. L. T.; MÜLLER, J.; MENEZES JÚNIOR, J. A. M. Tecnologias educacionais em                     rede:desafios e possibilidades para a formação de professores. In: Revista Internacional de Aprendizaje en             Ciencia, Matemáticas y Tecnología. Volumen 3, Número 2, 2016(Disponível em http://journals.epistemopolis.org/index.php/cienciaymat/article/view/1382/929. Acesso em 12 ABR 2017.)
  3. SOARES, I. O. Educomunicação: um campo de mediações. In: Comunicação e Educação. São Paulo. n.19. 12           a 24 Set. / Dez. 2000. (Disponível em http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/36934/39656.                      Acesso em 12 Abr. 2017.)
  4. VEEN, W.; VRAKKING, B. Homo zappiens: educando na era digital. Porto Alegre: Artmed, 2009.
  5. WILSON, C.; GRIZZLE, A.; TUAZON, R.; AKYEMPONG, K.; CHEUNG, C. Alfabetização midiática e                      informacional: currículo para formação de professores. Brasília: UNESCO – UFTM, 2013. (Disponível em http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002204/220418por.pdf. Acesso em 12 Abr. 2017.)

Título da disciplina (3): Educação Aberta e Redes de Aprendizagem Carga horária
(horas)
30
Ementa

Conceito de Abertura (Openness): dados abertos, governo aberto, pedagogia aberta. Educação aberta: conceito, políticas educacionais, tendências e avaliação de resultados.   Redes de aprendizagem e aprendizagem on-line. Bibliotecas digitais, comunidades de aprendizagem e de prática e educação aberta.

Bibliografia
  1. AMIEL, T. Educação aberta: configurando ambientes, práticas e recursos educacionais. Bianca Santana; Carolina Rossini; Nelson De Lucca Pretto (Org). Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas políticas públicas. Salvador: Edufba; São Paulo: Casa da Cultura Digital. 2012. Disponível em <http://www.artigos.livrorea.net.br/2012/05/educacao-aberta-configurando-ambientes-praticas-e-recursos-educacionais> .
  2. BARROS, D. M. V. et al. Educação e tecnologias: reflexão, inovação e práticas. E-book. Lisboa: [s.n.], 2011. Disponível em <http://livroeducacaoetecnologias.blogspot.com.br/> . Acesso em 04 abr 2018.
  3. BATES, A. W. (Tony). Tendências em Educação Aberta. Educação na era digital: design, ensino e aprendizagem. São Paulo: Artesanato Digital, 2016, p. 421-450 (Tradução de Claudio Cleverson de Lima).
  4. HARASIM, L. et al. Redes de aprendizagem: um guia para o ensino e aprendizagem on-line. São Paulo: Editora SENAC, 2005.
  5. IIYOSHI, T.; KUMAR, M. S. V. Educação Aberta: o avanço coletivo da educação pela tecnologia, conteúdo e conhecimentos abertos.  São Paulo: UNIP/ABED, 2008.

Título da disciplina (4): Internet na Educação Carga horária
(horas)
30
Ementa

Internet e Educação. O uso da internet em sala de aula. Técnicas de Pesquisas na Internet. Ferramentas da web. Repositórios e Objetos de Aprendizagem. WebQuest. Redes Sociais. Sites educacionais. Blogs na Educação.

Bibliografia
  1. BARROS, D. M. V. et al. Educação e tecnologias: reflexão, inovação e práticas. E-book. Lisboa: [s.n.], 2011. Disponível em <http://livroeducacaoetecnologias.blogspot.com.br/> . Acesso em 04 abr 2017
  2. FRAGOSO, S.; RECUERO, R.; AMARAL, A. Métodos de Pesquisa para a Internet. São Paulo: Editora Sulina, 2011.
  3. LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Tradução de Carlos Irineu da Costa, do original francês publicado em 1990. São Paulo: Editora 34, 1993.
  4. MORAN, J.; MASETTO, M.T; BEHRENS, Marilda A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2013.
  5. PRENSKY, M. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. Tradução do artigo “Digital natives, digital immigrants”. On the Horizon, NCB University Press, v. 9, n. 5, out. 2001.

Título da disciplina (5): Mediação Pedagógica e Tecnológica na Educação Carga horária
(horas)
30
Ementa

Interação, interatividade, mediação e cognição. Mediação pedagógica. Usos da tecnologia. Tecnologias e alterações no espaço e tempo de ensinar e aprender. Das salas de aula aos ambientes virtuais de aprendizagem. Do ensino interativo as comunidades de aprendizagem.

Bibliografia
  1. CATAPAN, A. H. Mediação pedagógica diferenciada. In: ALONSO, K. M.; RODRIGUES, R. S.; BARBOSA, J. G. (Org.). Educação à distância: práticas, reflexões e cenários plurais. Cuiabá: EdUFMT, 2009.
  2. DALLABONA, C. A; RONCARELI, D.; COSTA, J. W. Metamediação em educação a distância: implementação no curso de gestão e docência em EaD. In: BUSARELLO, Raul I; BIEGING, Patricia; ULBRICHT, Vania R. Sobre Educação e Tecnologia: processos e aprendizagem. São Paulo: Pimenta Cultural, 2015.
  3. KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2012.
  4. MACHADO, M.; FERREIRA, S. M. B.; AQUINO, V. A mediação pedagógica à luz do pensar complexo: uma análise comparativa da aula em ambiente virtual e presencial. Revista Digital da CVA – Ricesu, v. 6, n. 23, p. 1-10, jul. 2010.
  5. MORAN, J.; MASETTO, M.T; BEHRENS, Marilda A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2013.

Título da disciplina (6): Pesquisa em Inovação e Tecnologias na Educação Carga horária
(horas)
40
Ementa

Tendências de pesquisa em inovação e tecnologias. Tecnologias digitais e a e formação docente. Elaboração de projetos pedagógicos-tecnológicos.

Bibliografia
  1. CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
  2. D’AMBRÓSIO, B. S.; LOPES, C. E. (orgs.). Vertentes da subversão na produção científica em educação matemática. Campinas: Mercado de Letras, 2015.
  3. FIORENTINI, D.; LORENZATO, S. Investigação em educação matemática: percursos teóricos e metodológicos. Campinas: Autores Associados, 2006.
  4. GAMBOA, S. S. Pesquisa em educação: métodos e epistemologias. Chapecó: Argos, 2012.
  5. WELLER, W.; PFAFF, N. (orgs.). Metodologias da pesquisa qualitativa em educação: teoria  e prática. Petrópolis: Vozes, 2010.

     A – Habilitação em Metodologias Inovadoras Digitais para a Educação

Titulo da disciplina (8A): Gamificação na Educação Carga horária
(horas)
30
Ementa

Gamificação: definições, exemplos e considerações importantes; Games: o que são jogos e suas características básicas; Design de games e etapas e métodos de trabalho; Gameficação com o GeoGebra; Gameficação com o Scratch.

Bibliografia
  1. KAPP, K. M. The Gamification of learning and instruction: Game-based methods and strategies for training and education. Pfeiffer. Hoboken, NJ, 2012.
  2. NETTO, M. Aprendizagem na EaD, mundo digital e ‘gamification’. In Fadel, L. M. et al. (Org.). Gamificação na Educação. São Paulo, Pimenta Cultural, 2014.
  3. ROLLINGS, A.; ADAMS, E. Game design and development: fundamentals of game design. New Jersey, Prentice Hall, 2006.
  4. SALEN, K.; ZIMMERMAN, E. Regras do Jogo. São Paulo: Blucher, v. 1, 2012.
  5. SILVEIRA, C. A. (2012). Modelo de análise para gamificação em redes sociais. Dissertação de Mestrado em Design, 2012. Universidade Federal de Pernambuco, 2012.

Titulo da disciplina (9A): Curadoria Digital e Recursos Educacionais Abertos Carga horária
(horas)
30
Ementa

Letramento digital. Curadoria digital de conteúdo: procurar, refletir, compartilhar. Curadoria Coletiva de Conteúdo. Ferramentas de Curadoria.  Curadoria Digital de Conteúdos: Recursos Educacionais Abertos: utilização, produção e licenciamento.

Bibliografia
  1. BAILIE, H. Curation as a tool for teaching and learning. Creative Commons. Disponível em <https://www.hbailie.com/curation-as-a-tool-for-teaching-and-learning.html>. Acesso em 18 set. 2018.
  2. LOPES, D. Q. ; SOMMER, L. H.; SCHMIDT, S. Professor-propositor: a curadoria como estratégia para a docência on-line. Educação & Linguagem, v. 17, n. 2 , 54-72 ,jul.-dez. 2014. Disponível em <http://eco.imooc.uab.pt/elgg/file/download/54932> . Acesso em 20 jan 2017.
  3. MARTINS, M. C. (coord.). Curadoria educativa: inventando conversas. Reflexão e Ação – Revista do Departamento de Educação/UNISC – Universidade de Santa Cruz do Sul, vol. 14, n.1, jan/jun 2006, p.9-27. Disponível em: <http://fvcb.com.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Canal-do-Educador_Texto_Curadoria-Educativa.pdf>. Acesso em: 19 set. 2018.
  4. Ungerer, L. M. Digital Curation as a Core Competency in Current Learning and Literacy: A Higher Education Perspective. International Review of Research in Open and Distributed Learning. Vol 17, No 5, sept. 2016. Disponível em: <http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/2566/3887>. Acesso em 18 set. 2018.
  5. SIEBRA, S. A.; BORBA, V. R.; MIRANDA, M. K. F. O. Curadoria Digital: um termo interdisciplinar. XVII ENANCIB, 2016. Disponível em <http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/itec/article/view/38408/20163 >. Acesso em 19 set. 2018.

Titulo da disciplina (10A): M-Learning: Aprendendo com o uso de dispositivos móveis. Carga horária
(horas)
30
Ementa

Tecnologias Móveis. Aprendizagem móvel e ubíqua. Diretrizes políticas para aprendizagem móvel. Avaliação de aplicativos educacionais.

Bibliografia
  1. BORBA, M. C.; SILVA, R. S.; GADANIDIS, G. Fases das tecnologias digitais em Educação Matemática: Sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.
  2. FREITAS, M. T. A. A formação de professores diante dos desafios da cibercultura. In: FREITAS, M. T. A. (Org.). Cibercultura e formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 57-74.
  3. SACCOL A SCHLEMMER E.; BARBOSA J. m-learming e u-learning – novas perspectivas da aprendizagem móvel e ubíqua. São Paulo: Pearson, 2011.
  4. UNESCO. Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Diretrizes de políticas para Aprendizagem Móvel. 2013. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002277/227770por.pdf
  5.  WOLBER, D. App Inventor 2: create your own Android Apps. Estados Unidos: Editora Oreilly & Assoc. 2014.
Titulo da disciplina (11A): Realidade Aumentada na Educação Carga horária
(horas)
30
Ementa

Novas Tecnologias na Educação e Ambientes Colaborativos. Introdução a Realidade Virtual e Aumentada (histórico, fundamentos e aplicações). Imagens conceituais como vetor de potência para a apropriação cognitiva. Conceitos sobre interação, interface e navegação. Linguagem para modelar ambientes virtuais (primitivas geométricas; Transformações; Animações; Iluminação; Formas geométricas; Elementos complementares). Realidade Aumentada móvel. Contribuições da Realidade Aumentada em sala de aula. Técnicas de interação para ambientes de Realidade Aumentada. Técnicas utilizadas em Realidade Aumentada: Modelagem e visualização 3D. Estudos de casos e desenvolvimento.

Bibliografia
  1. BEHRINGER, R. et al. Augmented Reality: Placing Artificial Objects in Real Scenes. A K Peters Ltd, 1999.
  2. BORBA, M.C; PENTEADO, M.G. Informática e Educação Matemática.Coleções: Tendências em educação matemática. 5ª edição.  Autêntica Editora. 2015.
  3. CARDOSO, A; KIRNER, C; LAMOUNIER, E; KELNER, J. Tecnologias para o desenvolvimento de sistemas de realidade virtual e aumentada. [201?]. 
  4. CAWOOD S.Augmented Reality: A Practical Guide.Pragmatic Bookshelf. 2008.
  5.  KIRNER, C.; SISCOUTTO, R. Realidade Virtual e Aumentada: Conceitos, Projeto e Aplicações. Petrópolis – RJ, Livro do Pré-Simpósio, IX Symposium on Virtual Reality. Editora SBC – Sociedade Brasileira de Computação, 2015.

Titulo da disciplina (12A): Softwares Educacionais e Objetos de Aprendizagem no Contexto Escolar. Carga horária (horas) 30
Ementa

Diferenciação de softwares e objetos de aprendizagem no ensino de Matemática e suas possibilidades de explorações de conteúdos no contexto escolar. Coleta, análise e criação de repositório de softwares e objetos de aprendizagem para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem.

Bibliografia
  1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação a Distância. Objetos de aprendizagem: uma proposta de recurso Pedagógico – Organização: Carmem Lúcia Prata, Anna Christina Aun de Azevedo Nascimento. – Brasília : MEC, SEED, 2007. 154 p. Disponível em: < http://rived.mec.gov.br/artigos/livro.pdf >. Acesso em 18 set. 2018.
  2. ÁVILA, B. G.; MÜLLER, T. J.; TAROUCO, L. M. R.; LIMA, J. V. Construção de Objetos de Aprendizagem a partir de um software de Geometria Dinâmica: uma proposta de capacitação para professores de Matemática. Revista novas Tecnologias na educação. CINTED – UFRGS. V. 11 Nº 3, dezembro, 2013. Disponível em: < http://seer.ufrgs.br/renote/article/viewFile/44422/28121>. Acesso em 18 set. 2018.
  3. CARNEIRO, M. L. F; Silveira, M. S. Objetos de Aprendizagem como elementos facilitadores na Educação a Distância. Educar em Revista. Curitiba, PR, n. 4, 2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/er/nspe4/0101-4358-er-esp-04-00235.pdf> Acesso em 03 dez. 2018.
  4. KALINKE, M. A.; DEROSSI, B.; JANEGITZ, L. E.; RIBEIRO, M. S. N. Tecnologias e Educação Matemática: um enfoque em lousas Digitais e Objetos de Aprendizagem. In: KALINKE, M. A.; MOCROSKY, L. F. (Org.). Educação Matemática: pesquisas e possibilidades. Curitiba: UTFPR, 2015, p. 159-186.
  5. TOLEDO, B. S. O uso de softwares como ferramenta de ensino-aprendizagem na educação do ensino                        médio/técnico no Instituto Federal de Minas Gerais. Dissertação de Mestrado. Universidade FUMEC, Belo                Horizonte, MG, 2015. Disponível em: < http://www.fumec.br/revistas/sigc/article/view/3163 >. Acesso em 18           set. 2018.

Titulo da disciplina (13A): Mundos Virtuais e Web 2.0 Carga horária
(horas)
30
Ementa

Web 2.0 x Web 1.0; Produção de conteúdo para web; Redes Sociais x Softwares Sociais; Interação e colaboração em redes online.

Bibliografia
  1. BARANAUSKAS, M. C. C.; MARTINS, M. C.; VALENTE, J. A. Codesign de redes digitais: tecnologias e educação a serviço da inclusão social. Porto Alegre: Penso, 2013.
  2. BARRABÁSI, A.L. Linked: A nova ciência dos networks. Tradução de Jonas Pereira dos Santos. São Paulo: Leopardo Editora, 2009.
  3. BEZERRA, B. G.; LÊDO, A. C. D. O.; PEREIRA, S. V. M. P. Práticas discursivas em EAD: reflexões e aplicações. Recife: Editora Universitária UFPE, 2013.
  4. FILATRO, A. Design instrucional na prática. São Paulo: Pearson, 2008.
  5. OLIVEIRA,  A. S.; PIMENTEL, F. S. C.; MERCADO, L. P. L. CAMPOS, T. Mundos Virtuais na Educação: desafios e Possibilidades. Revista Eletrônica de Educação, v. 7, n. 2, 2013, p. 227-240. Disponível em: < http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/article/view/639/272 > Acesso em: 03 de dez. 2018.
 

    B – Habilitação em Produção de Recursos Digitais para Sala de Aula

 
Titulo da disciplina (7B): Desenvolvimento de Objetos de Aprendizagem Carga horária
(horas)
30
Ementa

Compreensões gerais sobre os objetos de aprendizagem de Matemática e sua inserção em atividades pedagógicas. A criação e o desenvolvimento e o uso de objetos de aprendizagem de Matemática nos ensinos Fundamental e Médio.

Bibliografia
  1. BORBA, M. C.; SILVA, R. S.; GADANIDIS, G. Fases das tecnologias digitais em Educação Matemática: Sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.
  2. GRAVINA, M. A. et al. Matemática, mídias digitais e didáticas: tripé para formação de professores de matemática. Porto Alegre: Evangraf, 2012
  3. KALINKE. M. A.; MOCROSKY, L. F. (org). A Lousa Digital e outras tecnologias na Educação Matemática. Curitiba: Editora CRV, 2016.
  4. KALINKE, M. A.; DEROSSI, B.; JANEGITZ, L. E.; RIBEIRO, M. S. N. Tecnologias e Educação Matemática: um enfoque em lousas Digitais e Objetos de Aprendizagem. In: KALINKE, M. A.; MOCROSKY, L. F. (Org.). Educação Matemática: pesquisas e possibilidades. Curitiba: UTFPR, 2015, p. 159-186.
  5. PORTO, C. et al. Pesquisa e mobilidade na cibercultura: itinerâncias docentes. Salvador: Edufba, 2015.

Titulo da disciplina (8B): Aplicativos para Atividades Educacionais. Carga horária
(horas)
30
Ementa

Tecnologias Móveis em sala de aula. Aprendizagem móvel e ubíqua. Avaliação de aplicativos educacionais. Diretrizes políticas para aprendizagem móvel. Possibilidades para criação de aplicativos educacionais..

Bibliografia
  1. BORBA, M. C.; SILVA, R. S.; GADANIDIS, G.  Fases  das  tecnologias  digitais  em Educação Matemática: Sala de aula e internet em movimento. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.
  2. FREITAS, M. T. A. A formação de professores diante dos desafios da cibercultura. In: FREITAS, M. T. A. (Org.). Cibercultura e formação de professores. – Belo Horizonte: Autêntica, 2009. p. 57-74.
  3. SACCOL A.; SCHLEMMER E.; BARBOSA J. m-learming e u-learning – novas perspectivas da aprendizagem móvel e ubíqua. São Paulo: Pearson, 2011.
  4. UNESCO. Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Diretrizes de políticas para Aprendizagem Móvel. 2013. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002277/227770por.pdf>
  5. WOLBER, D. App Inventor 2: create your own Android Apps. Estados Unidos: Editora Oreilly & Assoc. 2014.

Titulo da disciplina (9B): Desenvolvimento de sites educacionais. Carga horária
(horas)
30
Ementa
Tecnologia educacional. Arquitetura da informação na Web. Web como ferramenta no processo ensino-aprendizagem. Sites educacionais. Desenvolvimento de sites educacionais: conceituação, desenvolvimento, implementação e avaliação. Exercícios de análise e desenvolvimento de sites educacionais
Bibliografia
  1. KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2012.
  2. LUVIZZOTO, C. K.; FUSCO, E.; SCANAVACCA, A. C. Websites educacionais: considerações acerca da arquitetura da informação no processo de ensino-aprendizagem. Educação em revista. Marília, v. 11, n. 2, 2010, p. 23-40. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/educacaoemrevista/article/view/2319/1904> Acesso em: 03 dez. 2018.
  3. OLIVEIRA, H. P. C; VIDOTTI, S. A. B. G.; BENTES, V. Arquitetura da informação. In: Arquitetura da informação pervasiva. São Paulo: Editora Unesp, 2015
  4. SOUZA, R. P et al (org). Teoria e práticas em tecnologias educacionais. Campina Grande: EDUEPB, 2016.
  5. TAJRA, S. F. Informática na Educação. São Paulo: Editora Érica/Saraiva, 2012.

Titulo da disciplina (10B): Produção de Materiais Didáticos e Recursos Educacionais Abertos Carga horária
(horas)
30
Ementa

Impacto na mudança da lógica de produção de materiais para a lógica de acompanhamento ao aluno. A produção de materiais e os projetos educacional e instrucional de curso. Características do projeto educacional de curso. Características do projeto instrucional de curso. O estado da arte na produção de materiais didáticos em multimídia. O surgimento dos REA. Questões de plagiarismo e o surgimento dos REA O estado da arte nos REA. Exemplo prático de curso desenvolvido com o uso de objetos de aprendizagem.

Bibliografia
  1. MUNHOZ. A. S. Projeto Instrucional. São Paulo: CENGAGE, 2016.
  2. MUNHOZ, A. S. Aprendizagens ativas com uso das tecnologias. Curitiba: Editora Intersaberes, no prelo: 2017. (Atualmente uma cópia draft está disponível em www.antoniosmunhoz.com.br/arquivos/aprendizagensativascompleto.pdf exclusivamente para os alunos do curso).
  3. POSSARI, M. H. V. e NEDER M.L.C. Material didático para EaD: processo de produção. Online. 2009 [internet[. Disponível em http://www.uab.ufmt.br/uab/images/livros_download/material_didatico_para_ead_processo_de_ producao.pdf. Acessado em abril de 2017.
  4. SANTANA, B. ROSSINI CAROLINA e PRETTO, N de L. Recursos Educacionais Abertos práticas colaborativas e políticas públicas. Online. 2012 [internet]. Disponível em http://www.livrorea.net.br/livro/livroREA-1edicao-mai2012.pdf. Acessado em abril de 2017.
  5. ZAIB, J. e GRIBBLER, J. Manual de Coaching Educacional. São Paulo. Editora Leader, 2013.

Titulo da disciplina (11B): Preparação e Criação de Cursos Online (MOOCs) Carga horária
(horas)
30
Ementa

O que é MOOC. Tipos de MOOC. MOOC e a aprendizagem personalizada. MOOC mudando a prática pedagógica. Design e estratégias para produção de recursos para MOOC.

Bibliografia
  1. BATES, A. W. (Tony). MOOCs. Educação na era digital: design, ensino e aprendizagem. São Paulo: Artesanato Digital, 2016, p. 209-244 (Tradução de Claudio Cleverson de Lima).
  2. CHEAL, C. Creating Moocs for college crediting. (Research Bulletin) Louisville, CO: EDUCAUSE Center for Analysis and Research. 2013. Disponível em <https://library.educause.edu/resources/2013/8/creating-moocs-for-college-credit-sjsus-partnership-with-edx-and-udacity> . Acessado em: 05 abr. 2018.
  3. INUZUKA, M. A.; DUARTE, M. A. Produção de REA apoiada por MOOC, In: SANTANA , B.; ROSSINI , C.; PRETTO , N. De L. Recursos Educacionais Abertos: práticas colaborativas políticas públicas (Organizadores).  Salvador: EDUFBA; São Paulo: Casa da Cultura Digital. 2012. Disponível em <http:// www.livrorea.net.br/livro/livroREA-1edicao-mai2012.pdf>. Acessado em: 20 abr. 2018.
  4. MAGGIO, L.; SALTARELLI, A.;  STRANACK, K. Crowdsourcing the Curriculum: A MOOC for Personalized, Connected Learning.  March 21, 2016 . Disponível em <http://er.educause.edu/articles/2016/3/crowdsourcing-the-curriculum-a-mooc-for-personalized-connected-learning> . Acessado em: 02 abr. 2018.02 abr 2017.  
  5. SANTOS, A. M. et all. ESTRATÉGIAS PARA DESENHO E PRODUÇÃO DE VÍDEOS PARA CURSOS EM FORMATO MOOC. C. Challenges 2015: Meio Século de TIC na Educação, Half a Century of ICT in Education. 2015

Título da disciplina (12B): Produção e Edição de Vídeos na Educação Carga horária
(horas)
30
Ementa

Novas Tecnologias na Educação e Ambientes Colaborativos. O Vídeo como vetor de potência para a apropriação cognitiva. Editoração. Produção de Vídeo. Áudio. Argumento e Roteiro. Aspectos Técnicos do Vídeo e do Tratamento Digital. Internet. Concepção Visual e Sonora para Multimídia. Estudos de casos e desenvolvimento

Bibliografia
  1. CARMONA, T. Desvendando o áudio e vídeo digital. Digerati Books: 2004
  2. CONRADO, M. N. S. Contribuições da Educação e do Vídeo na Educação Infantil. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, RA, 2012. Disponível em: <https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/102719/000917930.pdf?sequence=1> Acesso em: 03 dez. 2018.
  3. DANCYGER, K. Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo: Historia Teoria e Prática. Editora Campus: 2009
  4. KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2012
  5. PIZZOTTI, R. Enciclopédia Básica de Mídia Eletrônica. São Paulo: Senac São Paulo. 2003.

C – HABILITAÇÃO EM METODOLOGIAS ATIVAS DE APRENDIZAGEM

Título da disciplina (7C): Aprendizagens ativas e inovação escolar Carga horária
(horas)
30
Ementa

Metodologias de aprendizagem centradas no estudante.  Processo de ensino e aprendizagem embasado em práticas, metodologias e trabalho colaborativo. Práticas docentes inovadoras. Projetos de aprendizagem. Avaliação formativa.

Bibliografia
  1. BACICH, L; MORAN, J. (Org.). Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: uma abordagem teórico prática. Editora Penso, Porto Alegre, 2018.
  2. BORGES, T. S.; ALENCAR, G. Metodologias ativas na promoção da formação crítica do estudante: o uso das metodologias ativas como recurso didático na formação crítica do estudante do ensino superior. Cairu em Revista. Jul/Ago 2014, Ano 03, n° 04, p. 1 19-143
  3. MATTAR, J.. Metodologias Ativas. Para a educação presencial blended e a distância. São Paulo: Editora Artesanato Educacional, 2017.
  4. SILVA, R. R. D. Estetização pedagógica, aprendizagens ativas e práticas curriculares no Brasil. Educação e Realidade. Porto Alegre, v. 43, n. 2, p. 551-568, abr./jun. 2018.
  5. 5. VICKERY, A. Aprendizagem ativa nos anos iniciais do ensino fundamental. Porto Alegre: Penso, 2016.

Titulo da disciplina (8C): Aprendizagem Adaptativa e o Ensino Híbrido. Carga horária
(horas)
30
Ementa

Conceitos de Aprendizagem Adaptativa e o Ensino Híbrido. Tecnologias de aprendizagem adaptativa. Plataformas adaptativas. Avaliação na Aprendizagem Adaptativa e no Ensino Híbrido

Bibliografia
  1. ROMANIUK, S. N. Adaptive learning in the classroom and beyond. Education Technology. Disponível em: <https://edtechnology.co.uk/Article/adaptive-learning-in-the-classroom-and-beyond>. Acesso em 22 set. 2018.
  2. BECHARA; J. J. B. Por uma aprendizagem adaptativa baseada na plataforma MOODLE. CIAED ABED 2009. Disponível em: <http://www2.abed.org.br/congresso2009/CD/trabalhos/1552009231402.pdf> . Acesso em 20 set. 2018.
  3. JAMES, L. A. Evaluation of an Adaptive Learning Technology as a Predictor of Student Performance in Undergraduate Biology. Dissertação de Mestrado. Georgia-USA: Apalachian State University. 2012.Disponível em:<https://libres.uncg.edu/ir/asu/f/James,%20Lauren_2012_Thesis.pdf>. Acesso em 22 set 2018.
  4. MORAN, J. M. Mudando a educação com metodologias ativas. In: SOUZA Carlos Alberto de; MORALES, Ofelia Elisa Torres (orgs.). Convergências Midiáticas, Educação e Cidadania: aproximações jovens. Vol. II, PG: Foca Foto-PROEX/UEPG, 2015. Disponível em < > . Acesso em 02 abr 2017.
  5. NETTO, C. M.; FERNANDES, V. C. Ensino Híbrido: uma experiência na educação superior. CIAED ABED 2017.           Disponível em: <http://http://www.abed.org.br/congresso2017/trabalhos/pdf/216.pdf> . Acesso em: 23 set.             2018.

Título da disciplina (9C): Aprendizagem Baseada em jogos e a gamificação. Carga horária
(horas)
30
Ementa

A quarta revolução industrial processa novas formas de se pensar e estar no mundo. Nessa, as TDCIs se naturalizam em meio a processos de ensino e aprendizado, em velocidade e dinamicidade que constituem esse novo paradigma. Dessa forma, os games crias novas experiências de percepção e construção de conceitos propiciando novo paradigma de aquisição cognitiva.

Bibliografia
  1. ALVES, F. Gamification. Como Criar Experiências de Aprendizagem Engajadoras. DVS Editora. 2015.
  2. BACICH, L; MORAN, J. (Org). Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: uma abordagem teórico prática. Editora Penso, Porto Alegre, 2018.
  3. BURKE, B. Gamificar. Como a Gamificação Motiva as Pessoas a Fazerem Coisas Extraordinárias. DVS Editora. 2015.
  4. MUNHOZ, A. S. Aprendizagens ativas com uso das tecnologias. Curitiba: Editora Intersaberes. No prelo: 2017. Disponível em <www.antoniosmunhoz.com.br/arquivos/aprendizagensativascompleto.pdf>. Exclusivamente para os alunos do curso.
  5. PRENSKY, M. Aprendizagem Baseada Em Jogos Digitais. Editora Senac.2012.

Título da disciplina (10C): Aprendizagem Baseada em Problemas, projetos e times. Carga horária
(horas)
30
Ementa

Compreensão e reflexão a cerca da Aprendizagem baseada em problemas, projetos e times. Elaboração e aplicação das metodologias identificando o potencial de Aprendizagem das mesmas no contexto educacional.

Bibliografia
  1. BACICH, L; MORAN, J. (Org). Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: uma abordagem teórico prática. Editora Penso, Porto Alegre, 2018.
  2. BENDER, W. N. Aprendizagem baseada em projetos: educação diferenciada para o século XXI. Porto Alegre: Penso, 2014.
  3. BERBEL, N. N.: “Problematization” and Problem-Based Learning: different words or different ways? Interface — Comunicação, Saúde, Educação, v.2, n.2, 1998. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/icse/v2n2/08.pdf >. Acesso em 18 set. 2018.
  4. DELISLE, R. Como realizar a Aprendizagem Baseada em Problemas. Porto: ASA, 2000
  5. MICHAELSE, L. K.; SWEET, M. The Essential Elements of Team-Based Learning. New directions for teaching          and learning, no. 116, Winter 2008.  Wiley Periodicals, Inc. Published online in Wiley InterScience. p. 7-27.

Título da disciplina (11C): Aprendizagem Baseada na instrução pelos pares, no ensino sob medida e no Design Thinking. Carga horária
(horas)
30
Ementa

As novas concepções do processo de ensino-aprendizagem e a valorização de estratégias que entendem o grupo de estudo/trabalho como comunidades de prática. O valor da convivência para o surgimento de aprendizagens significativas e constitutivas de raciocínios estratégicos modelados em processos de design thinking.

Bibliografia
  1. COSTA, C.B. da. Autoavaliação e avaliação pelos pares: uma análise de pesquisas internacionais recentes.                In: Revista Diálogo Educacional. v.17,. n.52. Curitiba, 2017. (p.431-453) Disponível em         https://periodicos.pucpr.br/index.php/dialogoeducacional/article/view/8405/12380. Acesso em 24 SET 2018.
  2. FONSECA, F.M. e MATTAR, J. Metodologias ativas aplicadas à educação a distância: revisão de literatura. In: Revista EdaPECi. v.17, n.2. São Cristóvão (SE), maio/ago 2017. (p.185-197) Disponível em https://seer.ufs.br/index.php/edapeci/article/view/6509/pdf. Acesso em 24 SET 2018.
  3. MARQUES, J.C. Aprendizagem colaborativa: atividades de grupo como núcleo e uso do computador como contexto. In: Revista Psicologia Argumento. v.24, n.44. Curitiba, jan/mar 2006. (p.37-43) Disponível em https://periodicos.pucpr.br/index.php/psicologiaargumento/article/view/19965/19257. Acesso em 24 SET 2018.
  4. PEREIRA, I.L. et alii. Aplicação do Design Thinking para Educadores no Desenvolvimento de uma Solução Inovadora. In: Anais do VI Congresso Brasileiro de Informática na Educação (CBIE 2017) e do XXIII Workshop de Informática na Escola (WIE 2017). (p.422 a 431) Disponível em http://br-ie.org/pub/index.php/wie/article/view/7260/5058. Acesso em 24 SET 2018.
  5. TÉBAR, L. O perfil do professor mediador: pedagogia da mediação. São Paulo: Editora Senac, 2011.

Título da disciplina (12C): Estratégias Participativas de Aprendizagem Carga horária
(horas)
30
Ementa

Planejamento, mediação e avaliação de processos participativos de aprendizagem. Sala de aula invertida. Estudo de casos. Aprendizagem e pesquisa. Uso de áudio, vídeo e mídia interativa. Experiências de aprendizagem.

Bibliografia
  1. BACICH, L; MORAN, J. (org). Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: uma abordagem teórico prática. Editora Penso, Porto Alegre, 2018.
  2. BACICH ,Lilian;  TANZI NETO,  Adolfo. Ensino Híbrido. Personalização e tecnologia da educação. Porto Alegre: Editora Penso, 2015.
  3. BERGMANN, J.; SAMS, A. Sala de aula invertida: uma metodologia ativa de aprendizagem. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
  4. CAMARGO, Fausto. A sala de aula inovadora. Porto Alegre: Editora Penso, 2018.
  5. SOUZA, C. A.; MORALES, O. E. T. (Orgs.) Convergências Midiáticas, Educação e Cidadania. Aproximações jovens. Ponta Grossa: UEPG, 2015. Vol. II